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Medicina Hiperbárica

Sobre a Medicina Hiperbárica

A Medicina Hiperbárica é a área da Medicina que se dedica ao estudo dos efeitos da Oxigenoterapia Hiperbárica – OHB, e das doenças causadas pelo aumento da pressão sobre o organismo humano.

OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA (O2HB)
A Oxigenoterapia Hiperbárica consiste em um tratamento médico através da inalação de oxigênio puro em pressão ambiente aumentada dentro de câmaras hiperbáricas, utilizando-se máscaras ou capuzes especiais, em sessões que duram de uma a duas horas por dia, por um período que varia de acordo com a patologia.
Durante uma sessão de Oxigenoterapia Hiperbárica ocorre um aumento de dez a vinte vezes na quantidade de oxigênio dissolvido nos tecidos, o que é extremamente benéfico em patologias nas quais a falta de oxigênio tecidual é o problema principal, como por exemplo, locais onde existe comprometimento vascular em determinada região, como úlceras e feridas infectadas. Nestes casos a Oxigenoterapia Hiperbárica terá ação cicatrizante e antibiótica (dependendo da sensibilidade da bactéria). Outras ações importantes são o auxílio na formação do colágeno, neoformação vascular e na diminuição do edema, tornando-se uma importante terapêutica no tratamento destas lesões refratárias.
Atualmente, a Oxigenoterapia Hiperbárica é aplicada em todo o mundo, tendo regulamentado protocolos nos EUA, Europa, Japão, China e Rússia, países que contam com centenas de câmaras instaladas em seus hospitais.

QUAL A DURAÇÃO DO TRATAMENTO?
A resposta clínica do paciente e outros fatores determinam o número de sessões necessárias. Casos de emergência, como intoxicação por monóxido de carbono, embolia gasosa e doença descompressiva podem requerer apenas uma ou duas sessões, enquanto que para enfermidades crônicas o número de sessões pode variar entre 20, 30 ou mais sessões.

PLANOS DE SAÚDE COBREM ESSA TERAPIA?
Todos os planos de saúde cobrem o tratamento pois o mesmo já se encontra no Rol da ANS.

O QUE PODE SER TRATADO COM A OHB?
• Doença descompressiva;
• Embolia traumática pelo ar;
• Embolia gasosa;
• Envenenamento por monóxido de carbono ou inalação de fumaça;
• Envenenamento por gás cianídrico/sulfídrico,
• Gangrena gasosa;
• Síndrome de Fournier;
• Fascites, celulites ou miosites necrotizantes;
• Isquemias agudas traumáticas;
• Lesão por esmagamento;
• Síndrome compartamental ou reimplantação de extremidades amputadas;
• Pacientes em sepse;
• Choque séptico ou insuficiências orgânicas devido a vasculites agudas :
Alérgica;
Medicamentosa;
Por toxinas biológicas;
Pé Diabético.


ESPCIALIDADES
· Cirurgia Geral e Gastroenterologia;
· Traumas;
· Infecções
· Feridas;
· Doenças Vasculares;
· Ortopedia e Traumatologia;
· Cirurgia Plástica;
· Lesões Actínicas.


REGULAMENTAÇÃO
A regulamentação da atividade médica hiperbárica no Brasil obedece a:
CFM – Resolução Nº1.457/95 – Dispõe sobre a Regulamentação das aplicações clínicas da OHB no Brasil;
CBHPM – Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – Tabela CBHPM valor atual: R$503,47;
ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – Responsável por determinar o Rol de procedimentos;
ANVISA – Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002;
Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde;
ANVISA – Resolução – RDC nº70, de 01 de outubros de 2008;
Dispões sobre os requisitos mínimos para garantia de qualidade, segurança e eficácia ds gases medicinais de uso consagrado (oxigênio medicinal);
ABNT – NBR 15949/2011;
NR13 – Norma regulamentadora para fabricação de caldeiras e vaso de pressão;
NR15 – Norma regulamentadora para atividades e operações insalubres;
Norman15 – Normas da Marinha do Brasil que regulamenta atividades sub aquáticas;
MTR – Ministério do Trabalho e Emprego inclui Médico Hiperbarista na Classificação Brasileira de Ocupações.

 

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